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O processo de abolição da escravidão no continente americano faz parte das transformações que ocorreram na organização política e econômica e que marcaram a industrialização mundial.
Nos países que passaram pelo processo de industrialização, em especial a Inglaterra, predominava o trabalho assalariado. Numa conjuntura de expansão do capitalismo, a permanência do trabalho escravo nas colônias americanas não estava articulada com os interesses econômicos dos países industrializados. Dessa forma, a Inglaterra, no século XIX, com amparo legal, passou a combater militarmente o tráfico de escravos.
Nesse contexto de desenvolvimento industrial ocorreu a abolição da escravidão nos Estados Unidos. As treze colônias inglesas na América do Norte foram colonizadas com propósitos diferentes. Disso decorrem divergências políticas e econômicas que se acentuaram depois da Independência dos Estados Unidos da América. Os Estados do Norte, predominantemente industrializados, e os Estados do Sul, com sua economia voltada para a agricultura, discordavam principalmente sobre a questão da mão-de-obra escrava.
A eleição do Presidente Abrahan Lincoln (1809-1865), em 1860, apoiado pelo norte, agravou as divergências entre os Estados do Norte e do Sul, os últimos se separam dos Estados Unidos formando os Estados da Confederação da América, do qual faziam parte: Carolina do Sul, Carolina do Norte, Flórida, Alabama, Mississipi, Texas e Georgia. Em 1861, teve início uma Guerra Civil entre os Estados do Sul e do Norte. Os Estados do Norte que não aceitaram a separação (secessão).
Após quatro anos de luta, essa guerra foi brasil vencida em 1865 pelos Estados do Norte. O resultado deste conflito manteve o país unificado politicamente.
É nesse contexto que acontece a abolição da escravidão nos Estado Unidos. A mão-de-obra escrava foi utilizada, principalmente, nos Estados do Sul que tinham uma produção de monocultura (no caso dos EUA, o produto era o algodão) escravista e latifundiária voltada para o mercado externo nos moldes do pacto colonial. Em 1863, o Presidente Lincoln declarou o fim da escravidão nos Estados do Sul.

Texto 8
Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apóiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento a outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, foi localizada principalmente na região sul de tal país.
A primeira KKK foi fundada por veteranos do exército dos Estados Confederados da América em 1866. A Ku Klux Klan lutava pelo restabelecimento do poder dos Estados do Sul e contra as reformas impostas pelos Estados do Norte, como o fim da escravidão. A primeira Ku Klux Klan foi extinta pelo presidente Ulysses S. Grant (1822-1885).
O segundo grupo que utilizou o mesmo nome foi fundado em 1915 (alguns dizem que foi em função do lançamento do filme O Nascimento de uma Nação, naquele mesmo ano), em Atlanta, por William J.Simmons (1880-1945). Este grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes. Este grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus “inimigos”. Chegou a ter 4 milhões de membros na década de 1920, incluindo muitos políticos. A popularidade do grupo caiu durante a Grande Depressão e durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1850, o Brasil, por pressão da Inglaterra, aprovou uma Lei que determinava o fim do tráfico de escravos. A diminuição da entrada de escravos no país fez com que o tráfico interprovincial aumentasse, bem como o preço dos escravos. Apesar da luta dos abolicionistas, a extinção da escravidão ocorreu lentamente, atendendo às pressões políticas dos conservadores. A Lei do Ventre Livre determinava que os filhos das escravas nascidos a partir da data da aprovação da lei, 28 de setembro de 1871, seriam livres. A Lei dos sexagenários, aprovada em 1884, determinava que os escravos com mais de 65 anos seriam libertados.
Na década de 1880, tomou forma um movimento de luta contra a escravidão. O movimento abolicionista expressou suas idéias em jornais, comícios e organizou fundos para a emancipação dos escravos.
Intelectuais, que participavam desse movimento, defendiam o fim da escravidão. O processo da abolição da escravidão chegou ao fim oficialmente com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888.

Documento 10
Fundamentos Gerais do Abolicionismo (1883)
Joaquim Nabuco condena a escravidão entre outros pelos seguintes motivos:
• Porque a escravidão, assim como arruina economicamente o país, impossibilita seu progresso material, corrompe-lhe o caráter, desmoraliza-lhe os elementos constitutivos, desonra o trabalho material, retarda a aparição de indústrias.
• Porque só com a emancipação total podem concorrer para a grande obra de uma Pátria comum, forte e respeitada.

A tão sonhada liberdade foi conquistada, tanto pelos negros brasileiros quanto pelos norte-americanos e os ex-escravos e seus descendentes.
Como ficou a situação desses ex-escravos? Onde foram morar?
Onde foram trabalhar?
Os registros nos mostram que tanto nos Estados Unidos como no Brasil a competição pelo mercado de trabalho já era de longe acirrada, grande parte das profissões eram igualmente desempenhadas por libertos e por livres. Porém, havia proibições em empregar negros em certa profissões. Um decreto, de 25 de junho de 1831, proibia a admissão de escravos como trabalhadores ou como oficiais das artes nas estações públicas da província da Bahia.
Desde o início da colonização, a divisão de trabalho já acontecia, tanto entre os escravos, como também entre os libertos e a sociedade branca.
Além dos problemas internos do trabalho, os ex-escravos e os livres tiveram que enfrentar o grande número de pessoas: os imigrantes europeus e asiáticos que chegavam todos os anos. Eram alfaiates franceses, maquinistas ingleses, médicos alemães, relojoeiros suíços, lavradores, comerciantes, enfim, pessoas de todas as partes do mundo. Esses chegaram só após a abolição? Quais os fatores que justificam essa vinda? De onde vieram?

Na bagagem, esperança e sonhos…

A nova mentalidade política e econômica, consolidando as relações capitalistas, e uma divisão internacional do trabalho, do século XVIII em diante, auxiliaram na transição do trabalho escravo para o trabalho livre. No Brasil, a lavoura cafeeira e novas possibilidades de investimento no setor da indústria e comércio tornaram o trabalho escravo
um investimento menos vantajoso. É importante também relembrar as pressões e a dependência do Brasil ao capital internacional que pretendia alargar seu mercado.
No Brasil, devido às pressões internas e externas, manter a escravidão estava difícil, principalmente após o fim do tráfico negreiro. A produção do açúcar começou a enfrentar problemas a partir de 1654, quando o produto passou a ser cultivado por holandeses, franceses e ingleses nas Antilhas (América Central), tornando-se um forte concorrente.
Foi necessário encontrar um produto tão ou mais lucrativo que o açúcar, e a partir do século XVIII, uma nova cultura passou a fazer parte da economia brasileira: o café.
A produção de café necessitava de grande quantidade de mão-deobra.
Com a proibição do tráfico de escravos, faltaram braços para a lavoura.
Buscou-se, então, a solução para esse problema no uso da mãode-obra do imigrante europeu.
Na Europa, o avanço do capitalismo modificava as relações sociais fazendo com que o excedente de trabalhadores se tornasse incômodo para a sociedade. Tanto nos países em que ocorreu o avanço da industrialização quanto nos países onde o capitalismo modificava as relações de produção no campo houve um incentivo para que a mão-deobra excedente emigrasse para outras nações.

O fluxo imigratório para o Brasil acontece desde a independência do país. Na região Sul teve como objetivo o povoamento de regiões pouco habitadas. Porém, é no contexto da produção do café que a chegada dos imigrantes se relaciona com a transição da mão-de-obra escrava para a mão-de-obra livre.
Os primeiros imigrantes que foram para as fazendas de café tinham as despesas relativas à viagem e aos gastos de instalação pagos pelos fazendeiros. Os imigrantes se comprometiam a reembolsar o fazendeiro com seu trabalho. Na prática e até pela mentalidade dos escravocratas, o tratamento ao imigrante não se diferenciava do tratamento dispensado aos escravos.

Texto 9
Muitos eram os imigrantes que chegavam ao Brasil. Os italianos formaram o maior grupo (38%), seguido pelos portugueses com (29%), os espanhóis também alcançaram uma grande porcentagem (14,6%), japoneses, alemães, sírios, libaneses, poloneses, judeus, finlandeses, chineses, coreanos vieram residir e fazer história em nosso país. As duas grandes guerras (1914-1918 e 1938-1945) também colaboraram para engrossar o fluxo migratório para a América.

Texto 10
Os antigos escravos, cuja exploração implicava um recurso sistemático e direto à violência, estão entre os trabalhadores menos adaptados ideologicamente às formas superiores de dominação do capital.
Nos países como o Brasil, dadas as possibilidades de auto-subsistência ou integrar-se as formas pré-capitalistas de produção predominantes no campo, os antigos escravos “escapavam” mais ou menos facilmente ao trabalho assalariado. Mesmo os antigos escravos, que estavam nas cidades das regiões mais desenvolvidas e aí permaneciam, submetiam-se dificilmente à disciplina própria da produção capitalista. Sabe-se que os preconceitos raciais encontram, muitas vezes, as suas origens na escravidão.

Esse sistema foi condenado pelos países de origem desses imigrantes, que chegaram a proibir a continuidade do processo imigratório.
Como o problema de falta de mão-de-obra para a cafeicultura persistia, foi necessário que o setor se adaptasse a mão -de- obra assalariada.
chegada viagra brasil Se os proprietários brasileiros estavam há tempo enfrentando os movimentos em favor da abolição, enfrentariam também as reivindicações dos imigrantes europeus e asiáticos, que desde o tempo colonial estavam chegando, apesar de lento e gradual, o fluxo migratório já existia no tempo do Brasil colonial.
É bom lembrar que o trabalhador assalariado existia no Brasil desde o período colonial, o que mudaria eram as relações de trabalho, além da quantidade e os tipos variados de pessoas que iriam compor essa recente sociedade.

Dicas de Atividade:

Por que os Estados do Norte e do Sul dos Estados Unidos da América divergiam quanto à utilização da mão-de-obra escrava?
• Vários são os decretos e as leis que antecedem a lei maior, a Lei Áurea (1888). Desenvolva uma pesquisa sobre as leis que foram assinadas no Brasil em favor da abolição da escravatura. De posse dessa pesquisa, organize um debate sobre os interesses que levaram à lentidão do processo de abolição.
• Explique os motivos pelos quais Joaquim Nabuco condena a escravidão à luz do contexto do desenvolvimento do capitalismo do século XIX.

História da Escravidão no Brasil Parte 1 “Escravidão no Brasil”

História da Escravidão no Brasil Parte 2 “Escravidão Africana no Continente Americano”

História da Escravidão no Brasil Parte 3 “Escravo no Novo Mundo”

História da Escravidão no Brasil Parte 5 “Escravidão no Mundo Contemporâneo”


Source: http://www.ahistoria.com.br/abolicao-da-escravidao-nos-estados-unidos-e-brasil/


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